quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Eu, Psicóloga | O 'sexo frágil' são os homens, comprova pesquisa



Em tempos de adversidade e dificuldades, as mulheres se saem melhor do que os homens no quesito sobrevivência. É isso que comprova pesquisa desenvolvida na Universidade Duke, situada na Carolina do Norte (EUA). O estudo contrapõe o senso comum de que o sexo feminino é o mais “fraco” em termos de resistência.

Segundo os autores da pesquisa, durante momentos históricos em que ambos os sexos enfrentaram altos níveis de mortalidade, as mulheres sobreviveram entre 6 meses a 4 anos a mais do que os homens. 

Para o estudo, foram analisados sete populações que remontam até 250 anos atrás, como escravos em plantações em Trindade e Tobago no século 19; indivíduos que que passaram por períodos de escassez de alimentos na Suécia, Irlanda e Ucrânia entre os séculos 18, 19 e 20; e irlandeses afetados por epidemias de sarampo entre 1846 a 1882.

Na visão dos pesquisadores, a genética e os hormônios biológicos são a razão para a diferença entre o prolongamento do tempo de vida de homens e mulheres dos grupos estudados. Exemplo disso foi a descoberta de que os bebês recém-nascidos meninas eram mais fortes do que os meninos. Por exemplo na Ucrânia, em 1933, durante o período de fome, a idade média das meninas nascidas chegou a 10,85 anos, enquanto os meninos ficaram restritos a 7,3 anos. 

Uma das razões possíveis para o destaque das mulheres no quesito sobrevivência pode ser a presença do segundo cromossomo X e a atuação do estrogênio, um dos hormônios mais proeminentes na mulher que é capaz de proteger os vasos sanguíneos e defender o organismo de várias doenças.

Já o testosterona, hormônio acentuado nos homens, aumenta o risco do indivíduo entrar em contato com condições fatais, além de ser a causa de comportamentos imprudentes que podem levar à morte.

Testosterona, hormônio acentuado nos homens, aumenta o risco do indivíduo entrar em contato com condições fatais, além de ser a causa de comportamentos imprudentes que podem levar à morte. SERÁ???

Eu, Psicóloga | O que nos faz mais felizes: tempo ou dinheiro?


Se pudesse optar entre um aumento de salário e uma redução na jornada de trabalho, o que você escolheria? Sua felicidade depende da resposta a essa pergunta.


O sucesso está associado a ter mais de tudo. Mais coisas, mais reconhecimento, um salário maior. E isso faz sentido: já falamos sobre quanto o dinheiro, quando bem utilizado, pode nos ajudar a ter felicidade. Mas, e o tempo? O estereótipo da pessoa bem-sucedida normalmente está ligado ao do trabalhador frenético que mal tem tempo para dedicar às coisas de que gosta, às suas amizades ou à família. Se o objetivo nesta vida é ser feliz, será que conseguiremos isso enchendo nossos bolsos de dinheiro, ou será preciso dispor de tempo livre para dedicarmos a nós mesmos e às pessoas que amamos?

Um estudo publicado recentemente pela revista Social Psychological and Personality Science perguntou a quase 4.500 pessoas se, para obter felicidade, elas valorizam mais o dinheiro ou o tempo. Do total de entrevistados, 64% declararam preferir dinheiro. A pesquisa também detectou, no entanto, que aqueles que atribuíam uma importância maior à disponibilidade de tempo se mostravam mais felizes.

A ideia do trabalho nasceu de uma experiência pessoal de um de seus realizadores, Hal E. Hershfield. Esse professor recebeu um convite para participar de um seminário em um estado que não é o mesmo onde vive. Naquele momento, ele tinha em casa uma menina com apenas 3 meses de idade. O dinheiro que lhe pagariam serviria para ajudar nos cuidados com o bebê, mas, ao mesmo tempo, ele perderia um fim de semana inteiro em que poderia desfrutar junto a ela dessa etapa tão delicada dos recém-nascidos. Nesse caso, o que o deixaria mais feliz: o tempo ou o dinheiro?

Os resultados de sua pesquisa são os mencionados acima: “Se tivéssemos duas pessoas iguais em tudo o mais, aquela que considerasse que o tempo é mais importante do que o dinheiro seria mais feliz do que a que escolhesse apenas o dinheiro”, explicam Hershfield e Cassie Mogilner Holmes, membros da Universidade da Califórnia em Los Angeles, em artigo publicado pelo The New York Times. Logicamente, naquela ocasião o professor Hershfield optou por ficar em casa e aproveitar os dias com a menina em vez de ganhar o dinheiro de sua ida ao seminário. Alguns entrevistados também acabaram coincidindo, em sua trajetória, com os resultados da pesquisa: cerca de 25% dos que haviam escolhido o dinheiro mudaram de ideia e escolheram o tempo um ano depois da primeira entrevista.

Questão de idade

Este não é o único estudo sobre a questão. No começo deste ano, uma pesquisa da Universidade de British Columbia, em Vancouver (Canadá), concluiu que a postura de valorizar mais o tempo do que o dinheiro está associada a níveis mais altos de felicidade, sobretudo quando são necessárias longas jornadas de trabalho para se obter esse dinheiro. Essa pesquisa constatou também que, conforme a idade aumenta, o tempo passa a ter mais importância entre as prioridades das pessoas. Há uma lógica nisso: cada segundo que passa se torna um bem mais escasso. Como dizia o poeta José Manuel Caballero Bonald: “Somos o tempo que nos resta”.

Os mais jovens parecem ter tirado sua lição do poeta: valorizar o tempo tem se mostrado uma tendência na chamada geração Millenium (os nascidos entre 1980 e 1995): segundo um estudo de 2013 da consultoria Price Waterhouse Coopers, as pessoas dessa faixa de idade preferem dispor de mais tempo livre e poder compatibilizar sua vida pessoal com o trabalho a ter um salário mais alto. Os milleniuns vêem o trabalho apenas como um meio para ter estabilidade e bem-estar, mas não como o único meio. Segundo esse estudo, 21% das mulheres e 15% dos homens estariam dispostos a abrir mão de parte de seu salário para ter mais flexibilidade de tempo.

O psicólogo Dan Gilbert, professor da Universidade de Harvard e autor do best-seller "O que nos faz felizes?" , explica que, a partir de um determinado limite, a quantia de dinheiro ganha não proporciona uma felicidade a mais. Esse limite são 600.000 euros (2,1 milhões de reais). Por isso, comparativamente, os milionários não desfrutam de mais felicidade quanto mais dinheiro acumulem (nada indica que Amancio Ortega ou Bill Gates tenham tanta felicidade quanto têm de dinheiro).

As quatro chaves para a felicidade são gratuitas

“Uma vez atendias as nossas necessidades básicas, que são fundamentais para o bem-estar, um aumento da riqueza pode gerar alguma felicidade, mas apenas de curto prazo”, explica Silvia Álava, psicóloga do Centro de Psicologia Álvaro Reyes“Depois disso o que acontece é aquilo que chamamos de adaptação hedonista: nós nos habituamos com as coisas que temos, nos comparamos com os outros e queremos mais”.

Isso talvez tenha acontecido com você: adquiriu um carro mais potente, uma casa um pouco maior, mas, depois de um primeiro momento de satisfação, não daria para dizer que se sente mais feliz do que antes.

“ O que pode gerar um aumento duradouro do bem-estar é investir em coisas que nos façam crescer como pessoas ou que melhorem o nosso relacionamento com os outros”, observa a psicóloga.

Por exemplo, um curso de violão ou para saber fazer cupcakes, participar de excursões ou atividades esportivas são atividades que podem fazer mais pelo nosso estado de ânimo do que os mencionados carrão e mansão.

Dessa forma, as quatro atividades cotidianas que aportam mais felicidade, como explica Gilbert, não custam nenhum tostão: fazer sexo, praticar exercícios, ouvir música e conversar. Elas não custam nada, mas exigem tempo.

"Investir em experiências é melhor do que investir em coisas materiais”, afirma o psicólogo.

Na psicologia, é dado como fato consumado que ter relações variadas e saudáveis com as pessoas, com uma vida social intensa e saudáveis (para além das “curtidas” no Facebook), é uma das coisas que mais contribuem para o nosso bem-estar, e, para isso, o tempo é imprescindível. 
“Não podemos limitar nossa felicidade aos grandes acontecimentos da vida, temos de aprender a usufruir os pequenos momentos: um café da manhã com um colega de trabalho ou contar uma história para os nossos filhos na hora de dormir”, conclui Ávala. 
Com pouco se pode fazer muito. E, para isso, o que falta é mais tempo e não tanto o dinheiro. Embora o ideal seja, logicamente, a combinação de ambos: ter um ofício que nos traga muitos milhões por mês trabalhando apenas algumas horas por dia. Não existem muitos deles por aí.

Adiamento da reunião da Câmara Municipal

A próxima reunião ordinária da Câmara Municipal da Marinha Grande, inicialmente agendada para o dia 22 de janeiro, foi transferida para o dia 26 de janeiro de 2018 (sexta-feira), às 09h30, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, devido à visita do Primeiro-Ministro ao concelho da Marinha Grande.

Como é feito o Carnaval? As sedes dos grupos são a Fábrica da Fantasia e podem ser visitadas já a partir deste sábado

Os Grandes Corsos Carnavalescos constituem a apoteose do Carnaval de Estarreja. Contudo, para que saiam à rua é essencial o trabalho desenvolvido por um número significativo de voluntários que, ao longo de meses, se dedicam à produção de fantasias, alegorias, acessórios, carros, à encenação do espetáculo, às coreografias e a horas intermináveis de ensaios. Até ao mais ínfimo pormenor para que o espetáculo seja memorável.

Antes dos grandes desfiles que envolvem mais de 1000 figurantes dos 12 grupos de folia e escolas de samba, são promovidas visitas às sedes dos grupos onde tudo acontece.

O mundo dos bastidores do Carnaval é desconhecido de grande parte dos espectadores que visitam Estarreja nesta altura e por isso o Carnaval de Estarreja promove visitas às sedes, com o objetivo de revelar o processo criativo e o trabalho desenvolvido pelos grupos, da ideia ao cortejo, permitindo o contacto com as práticas de trabalho de carácterartístico, valorizando todos os que laboram nesta “indústria criativa”.

Serão promovidas três visitas aos bastidores do Carnaval de Estarreja que começam já este sábado, dia 20. As seguintes estão agendadas para domingo, dia 21, e sábado, dia 3 de fevereiro. O Multiusos/ Parque Municipal do Antuã é o local de acolhimento estando a concentração marcada para as 14h30. As visitas têm uma duração prevista de 2 horas.

Neste roteiro, será possível conhecer 9 espaços/sedes (em dias diferentes): 4 escolas de samba - Morenos, Trepa, Tribal, Vai Quem Quer – e 5 grupos de folia - Saias & Companhia, Viscondes, Tas'Ku'Ela, Zsazsa's e Xatiados.

Ainda é possível efetuar a sua inscrição, gratuita, através deste formulário online ou no GAME – Gabinete de Atendimento ao Munícipe de Estarreja.

A programação do Carnaval de Estarreja 2018 (http://www.cm-estarreja.pt/eventos/3570) arrancou no último sábado, com as oficinas de figurinos e de construção de gigantones que regressam no próximo sábado, dia 20, à Sala de Atelier no Multiusos de Estarreja.

Miguel Somsen e Hugo van der Ding resumem eventos marcantes de 2017 na Biblioteca Municipal


O jornalista Miguel Somsen e o cartoonista Hugo van der Ding vão dinamizar a conversa/oficina A Atualidade e Outros Temas Atuais a 27 de janeiro, pelas 16h30, na Biblioteca Municipal. Inserida na programação do Risorious – 6.º Festival de Humor e Arte de Albergaria-a-Velha, a atividade é de participação gratuita, mas de inscrição obrigatória para sac@cm-albergaria.pt.

 No mês passado, Miguel Somsen e Hugo van der Ding lançaram o livro Resumo de 2017 para Todos – Fátima, Futebol e Outros Festivais, uma obra que compila os textos da rubrica Resumos da Semana para Totós publicados por Miguel (ou MC) Somsen no Facebook e ilustrados por Hugo van der Ding, autor do cartoon A Criada Malcriada. Os eventos que marcaram o ano de 2017, como as polémicas com A Padaria Portuguesa, a Porto Editora e os “povos do sul” de Dijsselbloem, e as personalidades que andaram na boca de todos – Madonna, Maria Leal, Maria Vieira e Salvador Sobral – têm espaço reservado no livro de humor.

Miguel Somsen é jornalista há mais de 20 anos, tendo já escrito sobre música, cinema, televisão, viagens e pessoas para jornais como o Blitz, Lp, O independente, e para as revistas Elle, Vogue, Lux Woman e Rotas e Destinos. É responsável por uma equipa de copys da direção criativa na TVI há mais de dez anos. Dinamiza módulos de escrita para autopromoções de televisão na ETIC - Escola de Tecnologias, Inovação e Criação e organiza festas kinky com o coletivo Coquette Burlette.

 Hugo van der Ding é humorista e cartoonista, que conquistou as redes sociais como criador de Cavaca para Presidenta e Brites de Almeida- A Primeira-dama. A sátira A Criada Malcriada, publicada em livro em 2013, converteu-se em animação no canal televisivo Fox Comedy. Hugo van der Ding trabalha, ainda, em tradução e estreou-se, em 2016, como ator e dramaturgo na peça O Nome da Rosa, dedicada à atleta portuguesa Rosa Mota, pela companhia Teatro Praga. Amante da escrita, publicou, em 2016, o livro O Inspector Acidental.

Antes da conversa/oficina, pelas 16h00, a Biblioteca Municipal inaugura a exposição O Desenhador Que Não Sabia O Que Desenhar, com diversos trabalhos de Hugo van der Ding.

Polo de Reguengos de Monsaraz da Universidade Popular Túlio Espanca inicia ano letivo







A cerimónia de início do ano letivo do Polo de Reguengos de Monsaraz da Universidade Popular Túlio Espanca vai decorrer na sexta-feira, dia 19 de janeiro, pelas 9h30, no Auditório Municipal de Reguengos de Monsaraz. Neste ato haverá intervenções de José Calixto, Presidente da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz e de Bravo Nico, Diretor da Universidade Popular Túlio Espanca, seguindo-se as atuações do grupo Al-Canti e do Coro de Oriola.

O Polo de Reguengos de Monsaraz da Universidade Popular Túlio Espanca funciona na Biblioteca Municipal de Reguengos de Monsaraz e tem 67 formandos inscritos, com idades entre os 25 e os 88 anos, sendo 85 por cento do sexo feminino. Neste ano letivo, semanalmente, as sessões do Clube de Teatro e A nossa História decorrem na segunda-feira, Meditação e Tuna serão ambas na terça-feira e na quinta-feira, Bordados e Costuras à quarta-feira, enquanto a sexta-feira será totalmente preenchida com Informática básica e avançada.

Este polo resulta de um protocolo de cooperação assinado entre o Município de Reguengos de Monsaraz e a Universidade de Évora e constituiu-se como um projeto municipal que poderá acolher parcerias com diferentes instituições. A autarquia pretende assim reforçar o caráter pedagógico e institucional das atividades educativas do concelho e garantir à população oportunidades diversificadas de formação ao longo da vida.

A Universidade Popular Túlio Espanca privilegia o recurso a dispositivos de formação concebidos e concretizados através de abordagens educacionais de âmbito não-formal, isto é, não conducentes a certificação formal com reconhecimento escolar e/ou profissional. As inscrições para as sessões continuam abertas e poderão ser efetuadas nos Serviços de Educação do Município de Reguengos de Monsaraz.

Reguengos de Monsaraz promove marca “Capital dos Vinhos de Portugal” na FITUR


O Município de Reguengos de Monsaraz vai estar presente nos dias 20 e 21 de janeiro na FITUR – Feira Internacional de Turismo de Madrid, integrado no stand de Portugal. A autarquia vai promover no maior certame turístico da Península Ibérica a marca “Reguengos de Monsaraz - Capital dos Vinhos de Portugal” e as potencialidades turísticas do concelho.

José Calixto, Presidente da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, esteve ontem na abertura da FITUR com o Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, e a Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho. Durante dois dias, o município vai divulgar aos visitantes da feira e aos profissionais do setor turístico todo o património megalítico, paisagístico e arquitetónico, a hotelaria e a restauração, a praia fluvial de Monsaraz, a vila medieval de Monsaraz, os vinhos e o azeite, a doçaria e o Centro Oleiro de S. Pedro do Corval, considerado o maior de Portugal com 22 olarias em atividade.

A autarquia convidou várias empresas de Reguengos de Monsaraz para divulgarem os seus serviços e produtos na FITUR. Assim, vão acompanhar o município um oleiro da Olaria Tavares, que vai estar a trabalhar ao vivo no certame, o Hotel São Lourenço do Barrocal, os produtores de vinho CARMIM e Ervideira, a Reserva Dark Sky Alqueva e o Observatório do Lago Alqueva, a Fábrica Alentejana de Lanifícios que produz as mantas de Reguengos de Monsaraz e três operadores de passeios de barco no Grande Lago, nomeadamente a NautiMonsaraz, a Alqueva Cruzeiros e o veleiro Sem-Fim.

A FITUR tem a participação de mais de 10 mil empresas de 165 países e regiões e prevê superar os 244.972 visitantes registados na edição de 2017, incluindo mais de 135 mil profissionais do setor turístico. Cerca de 800 expositores apresentam em Madrid as últimas propostas, destinos e novidades do turismo mundial, permitindo aos agentes desta industria a realização de muitos contactos e negócios.

Município de Reguengos de Monsaraz
Tlf.: 266 508 040 / Fax: 266 508 059
Apartado 6 – Praça da Liberdade ¦ 7201–970