domingo, 10 de dezembro de 2017

Declaração Universal dos Direitos Humanos

Declaração Universal dos Direitos Humanos
1. Todos Nascemos Livres e Iguais. Nascemos todos livres. Todos temos os nossos pensamentos e ideias. Deveríamos ser todos tratados da mesma maneira.
2. Não Discrimine. Estes direitos são de todos, independentemente das nossas diferenças.
3. O Direito à Vida. Todos temos o direito à vida, e a viver em liberdade e segurança.
4. Nenhuma Escravatura. Ninguém tem o direito de nos escravizar. Não podemos fazer de ninguém nosso escravo. 
5. Nenhuma Tortura. Ninguém tem o direito de nos magoar ou de nos torturar. 
6. Você Tem Direitos Onde Quer que Vá. Eu sou uma pessoa igual a si!
7. Somos Todos Iguais Perante a Lei. A lei é igual para todos. Deve tratar-nos com justiça. 
8. Os Direitos Humanos são Protegidos por Lei. Todos podemos pedir ajuda da lei quando formos tratados com injustiça.
9. Nenhuma Detenção Injusta. Ninguém tem o direito de nos prender sem uma razão válida, de nos manter lá, ou de nos mandar embora do nosso país.
10. O Direito a Julgamento. Se formos julgados, o julgamento deve ser público. A pessoa que nos julga não deve ser influenciada por outras pessoas. 
11. Estamos Sempre Inocentes até Prova em Contrário. Ninguém deveria ser acusado por fazer algo até que esteja provado. Quando as pessoas dizem que fizemos uma coisa errada temos o direito de provar que não é verdade. 
12. O Direito à Privacidade. Ninguém deveria tentar ferir o nosso bom nome. Ninguém tem o direito de entrar na nossa casa, abrir as nossas cartas ou incomodar-nos ou à nossa família sem uma boa razão. 
13. Liberdade para Locomover Todos temos o direito de ir aonde quisermos dentro do nosso próprio país e de viajar para onde quisermos.
14. O Direito de Procurar um Lugar Seguro para Viver. Se tivermos medo de ser maltratados no nosso país, temos o direito de fugir para outro país para estarmos seguros.
15. Direito a uma Nacionalidade. Todos temos o direito de pertencer a um país.

16. Casamento e Família. Todos os adultos têm o direito a casar e a terem uma família se quiserem. Os homens e as mulheres têm os mesmos direitos quando estão casados ou separados.
17. O Direito às Suas Próprias Coisas. Todos temos o direito a termos as nossas próprias coisas ou de as partilhar. Ninguém nos deveria tirar as nossas coisas sem uma boa razão.
18. Liberdade de Pensamento. Todos temos o direito de acreditar naquilo que queremos, a ter uma religião ou a mudar de religião se quisermos.
19. Liberdade de Expressão. Todos temos o direito de decidir por nós mesmos, de pensarmos o que quisermos, de dizer o que pensamos, e de partilhar as nossas ideias com outras pessoas.
20. O Direito de se Reunir Publicamente. Todos temos o direito de nos reunir com os nossos amigos e trabalhar em conjunto em paz para defender os nossos direitos. Ninguém nos pode forçar a juntar-mo-nos a um grupo se não o quisermos fazer.
21. O Direito à Democracia. Todos temos o direito de participar no governo do nosso país. Todos os adultos devem ter o direito de escolher os seus próprios líderes.
22. Segurança Social. Todos temos o direito a uma casa, medicamentos, educação, a dinheiro suficiente para viver e a assistência médica se estivermos velhos ou doentes.
23. Direitos do Trabalhador. Todos os adultos têm o direito a um emprego, a um salário justo pelo seu trabalho e a inscrever-se num sindicato.
24. O Direito à Diversão. Todos temos o direito a descansar do trabalho e a relaxar.
25. Comida e Abrigo para Todos. Todos temos o direito a ter uma boa vida. As mães, as crianças, os idosos, os desempregados ou os deficientes e todas as pessoas têm o direito a receber cuidados.
26. O Direito à Educação. A educação é um direito. A escola primária deveria ser gratuita. Devemos aprender coisas sobre as Nações Unidas e a conviver com os outros. Os nossos pais podem escolher o que devemos aprender.
27. Direitos de Autor. Os direitos de autor é uma lei especial que protege as criações artísticas e a escrita; os outros não podem fazer cópias sem autorização. Todos temos o direito à nossa forma de vida e a gozar as coisas boas que a arte, a ciência e o conhecimento trazem.
28. Um Mundo Justo e Livre. Deve existir ordem para que todos possamos gozar os direitos e as liberdades no nosso país e em todo o mundo.
29. Responsabilidade. Temos o dever para com as outras pessoas e devemos proteger os seus direitos e liberdades.
30. Ninguém Pode Tirar-lhe os seus Direitos Humanos.


Apresentação do livro “O último moleiro do rio”, na Biblioteca Municipal de Vagos

Este é um livro essencialmente sobre pessoas. Podia ser um livro sobre a vida de muitos de nós, se porventura tivéssemos vivido naquela época e confrontados com aquelas circunstâncias. Uma história sobre as gentes dos moinhos.
Num confronto entre a tradição e a modernidade, entre o apego à memória e a busca por um futuro diferente, cultivam-se os sonhos e perdem-se as ilusões, com a certeza porém de que nada será como dantes.
Enquadramento
“Depois da publicação de diversas obras que tiveram como base a investigação e os trabalhos de campo efectuados na área da Molinologia, procurando assim a documentação e valorização do nosso património molinológico, senti a necessidade de escrever sobre todos aqueles que comigo têm partilhado as suas memórias nos últimos anos, há mais de uma década e meia, desde que me comecei a dedicar à temática dos moinhos tradicionais. Escrever algo mais sobre as suas vidas, sobre um modo de vida que foi passando de geração em geração ao longo dos últimos séculos, mas que se foi extinguindo completamente ao longo das últimas décadas.
Procurei assim “humanizar” um pouco mais todo este património, sendo que este foi construído e mantido activo
por pessoas, sem as quais nada existiria ou faria sentido. Resolvi fazê-lo através deste conto. Nele procurei sintetizar e ao mesmo tempo abarcar um conjunto de pequenas «estórias», de que foi feita parte da história destes moleiros e moleiras, heróis anónimos de outras épocas.

Todas as personagens deste conto têm por base homens e mulheres que terão vivido esses tempos, sendo que todo o enredo foi ficcionado e é da inteira responsabilidade do autor, embora tendo por base factos históricos do período onde este decorre, algures nos finais da década de sessenta do século XX, assim como factos da vida de alguns protagonistas reais, os quais me deram a honra de comigo partilharem as suas memórias.
Como personagem principal temos um casal de moleiros, um dos últimos que continua a deslocar-se de forma sazonal ao moinho do grande rio, de forma a poderem garantir a continuação da actividade moageira durante o período estival.
Com o ansiado regresso da guerra em África do seu único filho, este traz consigo uma outra visão do mundo e dos ventos de mudança que aos poucos, mas de forma inexorável, começavam a pôr em causa mentalidades e modos de vida. Nesse confronto entre a tradição e a modernidade, entre o apego à memória e a busca por um futuro diferente, cultivam-se os sonhos e perdem-se as ilusões, com a certeza porém de que nada será como dantes.”
O autor
Armando Jorge de Carvalho Ferreira é natural de Albergaria-a-Velha onde nasceu em 1965.
Esta é a sua primeira obra de ficção, sendo que nas últimas duas décadas se tem dedicado à investigação e divulgação na área da Molinologia, sendo autor de diversas obras e estudos no âmbito dessa temática. Autor em co-autoria com Delfim Bismarck Ferreira do estudo “Moinhos da Freirôa – Uns dos seculares moinhos do Rio Caima no concelho de Albergaria-a-Velha” (separata) e da obra “Moinhos do Concelho de Albergaria-a-Velha” (2003). Autor do estudo “Moinho de armação de Ervosas. Os moinhos de armação na região de Aveiro”, publicado no nº 1 da colecção Molinologia Portuguesa e do estudo “Moinhos e Moleiros do concelho de Estarreja”, publicado em separata
(2007). Autor da obra "Moinhos do Distrito de Aveiro" (2008). Autor em co-autoria com o jornalista Carlos Esteves da infografia “Moinhos de Portugal”, publicada on-line pelo jornal Expresso (2012). Autor do estudo “As atafonas no concelho de Albergaria-a-Velha e na região de Aveiro – A atafona do Sobreiro”, publicado em separata (2015). Autor da comunicação “Os moinhos de vento no distrito de Aveiro”, publicado nas actas do Colóquio Sobre a Realidade dos Moinhos de Vento Portugueses (2016). Autor do artigo “The Portuguese tower windmills for grinding and their
millwrights” publicado na revista norte-americana Windmillers’ Gazette (2016). Autor do conto “O último moleiro do rio” (2017). Membro da TIMS – Sociedade Internacional de Molinologia e membro e colaborador da Rede Portuguesa de Moinhos, assume a coordenação geral da organização ao nível do distrito de Aveiro do evento “Moinhos Abertos de Portugal”, uma iniciativa da Rede Portuguesa de Moinhos no âmbito do Dia Nacional dos Moinhos (de 2007 a 2017).
Mentor do projecto “Rota dos Moinhos de Albergaria-a-Velha”, colaborador na sua implementação no terreno e consultor para o acompanhamento e desenvolvimento da mesma (de 2012 a 2014).
Paralelamente à investigação levada a cabo na área da Molinologia, é responsável por uma das únicas páginas de Internet que a nível nacional aborda em exclusivo esta temática, colabora com alguns artigos temáticos na imprensa regional e participa em palestras ou conferências dedicadas ao tema.

Jovem Atingida Por Árvore é a Primeira Vítima Mortal do Mau Tempo

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Uma jovem com cerca de 20 anos morreu este domingo devido ao mau tempo. A vítima seguia num carro no Marco de Canaveses, no Porto, quando se viu obrigada a sair do carro para retirar troncos da via. 
O alerta foi dado por volta das 17 horas. Nesse momento a jovem foi atingida mortalmente por uma árvore, sendo o óbito declarado no local. 
A estrada Nacional 211 está interdita do local do incidente. No local estão vários bombeiros a levantar o corpo e a remover os vários destroços.

Fonte: BPS

Portugal eleito Melhor Destino Turístico do Mundo nos World Travel Awards

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Portugal venceu hoje o prémio de Melhor Destino Turístico do Mundo nos World Travel Awards, tornando-se o primeiro país europeu a conquistar esta distinção ao derrotar concorrentes como o Brasil, Grécia, Maldivas, EUA, Marrocos, Vietname ou Espanha. 
Em comunicado, a secretaria de Estado do Turismo destaca que, na Europa, “apenas as cidades de Londres e Paris” já venceram este prémio, sendo o Dubai o destino que mais vezes (seis) foi distinguido com este galardão dos World Travel Awards (WTA), considerados internacionalmente como os “Óscares do Turismo”.
Na final dos WTA 2017 - que decorreu hoje em Phu Quoc, no Vietname - também a cidade de Lisboa saiu vencedora ao conquistar, pela primeira vez, o prémio de ‘Melhor Destino para ‘City Break’ do Mundo’, atribuída “pela sua atratividade e oferta de excelência no que respeita a estadias de curta duração”.
Já a Parques de Sintra - uma empresa de capitais públicos que não recebe financiamento do Orçamento de Estado - venceu pelo quinto ano consecutivo na categoria ‘Melhor Empresa do Mundo em Conservação’, onde voltou a ser única nomeada europeia e foi distinguida pelo trabalho de recuperação e restauro dos parques e monumentos sob sua gestão.
Portugal passou a integrar a lista de 17 candidatos a ‘Melhor Destino Turístico do Mundo’ na final dos World Travel Awards 2017 depois de, em setembro, ter ganhado o prémio de ‘Melhor Destino Europeu’, tendo disputado o primeiro lugar na final de hoje com países como o Brasil, Grécia, Maldivas, EUA, Marrocos, Vietname ou Espanha, entre outros.
Considerando tratar-se de um “momento único para o turismo em Portugal”, a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, afirmou ser o “reconhecimento do trabalho que tem sido desenvolvido ao longo dos anos por todos os que estão de alguma forma ligados ao turismo”.
“Mas é igualmente o reconhecimento pelo país que temos. Um país autêntico, inovador, que se soube reinventar, que reúne uma grande variedade de experiências e paisagens, um país que junta cosmopolitismo, história, tradição, sol, natureza e gastronomia. Um país que sabe e que gosta de acolher todos”, sustentou Ana Mendes Godinho.
Descrevendo Portugal como “um destino turístico de excelência”, a governante diz ser agora preciso “continuar este trabalho de mostrar toda a diversidade do que Portugal tem para oferecer”.
Para além do prémio de ‘Melhor Destino Turístico do Mundo’, Portugal conquistou ainda as distinções de ‘Melhor Organismo Oficial de Turismo do Mundo’, atribuída ao Turismo de Portugal, e de ‘Melhor Site Oficial de Turismo’, atribuída ao portal oficial de informação sobre o país, o ‘visitportugal.com’.
Salientando que esta é a primeira vez “em dez anos de história” que o Turismo de Portugal é reconhecido “com prémios de âmbito global”, o presidente deste organismo, Luís Araújo, considera que ver “a estratégia turística distinguida” dá “uma motivação acrescida na persecução dos objetivos até 2027, para afirmar Portugal enquanto destino turístico de excelência”.
Criados em 1993, os World Travel Awards reconhecem o trabalho desenvolvido na área da indústria turística a nível global, de modo a estimular a competitividade e a qualidade do turismo, sendo a seleção dos nomeados realizada anualmente à escala mundial pelo público em geral e por mais de 200 mil profissionais de turismo oriundos de 160 países.
Os nomeados para a grande final do prémio são os vencedores das galas regionais, aos quais se juntam outros nomeados pelo próprio WTA.
Fonte: Lusa
Imagem: Expresso

DOENÇAS RARAS | Deputada diz que Raríssimas lhe pagou viagem à Suécia, mas que despesas foram reembolsadas

A deputada socialista Sónia Fertuzinhos, que viajou para uma conferência na Suécia a expensas da Raríssimas, diz que a IPSS foi reembolsada e nega ter uma "relação formal" com a organização.
A deputada socialista Sónia Fertuzinhos, que viajou para a Suécia a expensas da Raríssimas, uma IPSS envolta num escândalo de gestão danosa de subsídios estatais, afirma em comunicado que aquela viagem decorreu “no âmbito de trabalho” e que nunca recebeu “nenhum pagamento” daquela associação sem fins lucrativos, com a qual diz não ter “nenhuma relação formal”.
Numa nota enviada às redações, Sónia Fertuzinhos explica que a viagem em questão teve a ver com a sua participação numa conferência em Ågrenska, Gotemburgo, nos dias 8 e 9 de setembro de 2016. A conferência foi organizada pela EURORDIS, Organização Europeia para as Doenças Raras.
Sónia Fertuzinhos conta que foi “convidada” para ir àquela conferência a convite da Raríssimas e que este convite se justifica pelo seu trabalho pela “implementação da Estratégia Nacional Integrada para as Doenças Raras 2015-2020”.
As despesas relacionadas com a viagem não constituíram nenhuma despesa para a Raríssimas, que tendo adiantado o pagamento dos bilhetes de avião foi reembolsada pela entidade organizadora da conferência, na totalidade do valor dos mesmos”, explicou ainda.
Uma vez que no seu comunicado referia apenas as despesas com os voos, perguntámos à deputada socialista quem tinha pago outras despesas, como alimentação e alojamento. “A informação que tenho é que as despesas foram pagas pela organização”, respondeu. “Os dois almoços e jantar estavam integrados no programa e decorreram na associação de doenças raras onde decorreu a conferência.”
A EURORDIS, segundo informação disponível no site oficial, recebeu 6,3 milhões de euros em 2016, 28% dos quais são da Comissão Europeia, outros 15% são de organizações de pacientes.
A deputada socialista é casada com José António Vieira da Silva, ministro da Segurança Social. Contactado pelo Observador, o Ministério, que atribuiu várias centenas de milhares de euros à associação disse que “dentro das suas competências”, vai “avaliar a situação e agir em conformidade, tendo sempre em conta, e em primeiro lugar, o superior interesse dos beneficiários desta instituição”.
“Os acordos de cooperação, bem como outros apoios eventualmente atribuídos, são devidamente instruídos e analisados pelos serviços competentes da Segurança Social”, adiantou ainda o Ministério da Segurança Social. O ministério tutelado por José António Vieira da Silva refere ainda que os subsídios em questão são atribuídos no âmbito do Fundo de Socorro Social e têm “como base os valores previstos na lei e o número e modelo de utentes dessas respostas”.
Fonte: Observador
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Eu, Psicóloga | Os relacionamentos que temos são um reflexo da nossa autoestima



As interações que temos com outras pessoas só valem à pena quando nos trazem sentimentos de bem estar, confiança, acolhimento mútuo. Compartilhar momentos ao lado de alguém que não faz você feliz mostra que algo no seu interior não vai bem.

Quando nos amamos e nos reconhecemos como merecedores de amor, não aceitamos receber menos do que temos para oferecer.  Uma das formas com que percebemos a qualidade do relacionamento em que estamos é observar como nos sentimos depois de estar com alguém.

Antes de tudo, as duas partes precisam ter o desejo de estabelecer e de manter uma conexão. As relações não são perfeitas e possuem diferentes caminhos até se transformarem em amor em movimento. Cada casal constrói sua história. Porém, é preciso diferenciar quando há um caminho a dois que pouco a pouco vai se desenhando, das tentativas de estar perto de alguém que responde com indiferença.

Se a atração e o sentimento não forem recíprocos e insistirmos, você pode até bater em portas que se abrem, mas apenas momentaneamente, não o convidarão a entrar. Quando isso acontece, a saúde emocional fica comprometida. Permanecer em um relacionamento em que não há sintonia é um processo que leva o indivíduo a se intoxicar emocionalmente.

Ninguém gosta de ser rejeitado, mas é preciso não tomar o não do outro como algo pessoal. Embora a rejeição é um dos sentimentos que mais nos desafiam a manter o equilíbrio emocional, já que ninguém tem controle sobre o desejo da outra pessoa. Em vez de manter a energia investida em alguém que não quer você, direcione-a para outras áreas. Não adianta insistir em estar com pessoas que não estão em sintonia com você.

Uma autoestima fortalecida ajuda a lidar com a frustração do não desejo do outro em relação ao nosso.

Quando cuidamos das nossas próprias necessidades deixamos de buscar no outro aquilo que precisamos nos dar. Ninguém tem a função de preencher carências ou assumir o papel de protetor da vida de outra pessoa. Somente quando nos tornamos comandantes das nossas vidas adquirimos a autonomia para fazer escolhas saudáveis nos relacionamentos.


Não somos metades incompletas, mas seres inteiros.

Se depois de encontrar alguém, frequentemente, você perceber que se sente ansioso, angustiado ou com a energia negativa, comece a questionar o relacionamento que mantém com aquela pessoa.

Outra atitude importante é observar o grau da sua carência afetiva. Quando esta é intensa, em geral, faz com que a pessoa se lance nos relacionamentos como se estivesse diante de uma taboa de salvação.Imagina que o outro corresponde às suas fantasias e se deixa convencer pela idealização que faz daquela pessoa.Termina por misturar o real com o imaginário, abrindo espaço para que as decepções ocorram.

Use a ferramenta da observação.

Ao observar o que a outra pessoa faz você passa a lidar com o real, uma vez que palavras são fáceis de serem ditas e não significam quase nada se não estiverem atreladas à ação.

Uma pessoa sedutora, por exemplo, tem o poder de encantar à primeira vista. Mas, a não ser que suas ações confirmem o que diz, não importam o charme, o poder de convencimento, fique com o que ela faz, pois aí está a verdade dela.

Não acredite em alguém pelo que a pessoa diz, mas a partir do que ela demonstra com suas ações.

Por mais atração que sinta por alguém, mantenha o discernimento, e preste atenção nas histórias que a pessoa conta, e em como se comporta.

Você tem direito a amar e ser amado. Não perca tempo e energia com pessoas que não contribuem para a sua felicidade. Dar e receber são polaridades da mesma energia. O amor só se realiza e se completa na vida a dois quando ambos estão voltados para a mesma direção.


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Eu, Psicóloga | Quer parar a terapia? Tire oito dúvidas frequentes antes de decidir



São vários os motivos que levam uma pessoa a iniciar uma psicoterapia, afinal, é uma ferramenta que ajudar a enfrentar fases difíceis na vida, é recomendada para tratar problemas de saúde (como depressão, pânico e ansiedade) ou usada para o autoconhecimento. Mas uma das principais dúvidas diz respeito à alta. Só o terapeuta pode concedê-la? Mas e se o paciente não estiver com vontade de continuar, como agir? Para elucidar essas e outras perguntas, veja respostas para questões comuns sobre o tema:

1. Existe um período pré-determinado para o paciente receber a alta?

Não. Isso varia de pessoa para pessoa. Existem mais de 500 tipos de terapias diferentes, entre clássicas, alternativas e modernas. Cada paciente é único e, por isso, é praticamente impossível determinar quanto tempo o tratamento vai demorar. As terapias breves, indicadas para questões pontuais, como luto ou divórcio, costumam envolver um período que vai de três meses a um ano, mas o processo pode demorar mais do que o previsto e ter continuidade .

2. Somente o psicoterapeuta pode dar alta ao paciente?

Em tese, sim. Mas todo paciente tem autonomia para interromper a terapia quando não estiver se sentindo confortável com as sessões, seja qual for o motivo.

3. A alta pode ser dada de uma hora para outra?

O desligamento costuma ser gradual. Afinal, é formado um vínculo entre paciente e terapeuta que não deve ser cortado abruptamente. Tudo depende da linha de trabalho seguida, mas o recomendável é que o profissional sinalize que vai dar alta em dois ou três meses e que, depois desse período, ambos combinem pelo menos uma sessão de retorno, para acompanhamento.

4. Qual é o principal motivo que leva alguém a querer desistir da terapia?

A falta de empatia com o profissional costuma ser a razão número um. As pessoas procuram a terapia ou são encaminhadas para fazer esse tipo de tratamento quando estão atravessando um sofrimento muito grande. Se não se sentem compreendidas, é comum desejarem abandonar o processo.

O problema é que, apesar do livre-arbítrio, a desistência não é aconselhada para portadores de transtornos de comportamento como depressão, ansiedade, esquizofrenia e problemas de humor, por questões que envolvem a saúde e a própria vida dos pacientes. 

5. A falta de empatia com o terapeuta não seria uma espécie de “desculpa” para não entrar em contato com determinados problemas?

Em alguns casos, sim, por isso o terapeuta precisa ter a sensibilidade de não forçar o paciente a nada. Indicar outro profissional pode ser uma boa ideia. É preciso levar em conta, ainda, que muita gente tem uma visão fantasiosa das sessões e acha que o profissional é um ser capaz de resolver todas as suas dores e preocupações.

O especialista deve deixar claro desde o início que quem vai descobrir as respostas é o próprio paciente e que ele apenas apresentará as técnicas e ferramentas para isso. Toda e qualquer impressão, negativa ou positiva, deve ser sempre levada ao terapeuta, sem medo de julgamentos – o paciente deve saber que julgar não é o papel do especialista.

6. O incômodo provocado pela abordagem de determinadas questões durante as sessões também pode causar a vontade de parar?

Sim. Para muitos indivíduos, o desejo de interrupção aparece justamente quando ela se torna mais necessária e esclarecedora – quando a pessoa começa a entrar em contato com suas emoções mais profundas e fica perto de descobrir coisas importantes sobre si mesma.

Algumas pessoas também pensam em desistir quando percebem que vêm falando sempre sobre o mesmo assunto durante as sessões. Essa repetição é uma parte fundamental da terapia e deve ser discutida com o terapeuta. Existem, ainda, aqueles que são imediatistas e mostram descontentamento com a demora do processo. Por isso, o profissional, logo na entrevista que antecede o início das sessões, deve explicar muito bem o modo como trabalha e como os objetivos serão alcançados.

7. O terapeuta deve convencer o paciente a manter o tratamento? 

Não se trata de convencer, mas de os dois, juntos, avaliarem quais são os prós e os contras de encerrá-lo. Algumas pessoas, mesmo depois de alcançarem seus objetivos com a terapia, optam por dar continuidade às sessões para controlar o estresse, para ter um cotidiano mais leve e equilibrado.

8. É possível “dar um tempo” na terapia? 

Sim. Não é raro que alguns pacientes precisem de certo distanciamento do processo psicoterápico e do próprio terapeuta para elaborar e organizar algumas questões internas que vêm lhe incomodando. Pedir um tempo não uma ruptura. O paciente se sente acolhido e tranquilo porque sabe que pode voltar ao consultório assim que se sentir pronto.

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